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Arrecadação de seguros pode chegar a 7,4% do PIB em 2025

“Mesmo supondo uma taxa média de crescimento do PIB de 2,5% ao ano, podemos projetar para o Brasil, ao fim dos próximos 8 anos, isto é, em 2025, uma arrecadação de prêmios e contribuições de seguros de 7,4% do PIB. Isto representa crescimento em relação ao dado de hoje e está relacionado à resiliência do mercado e ao grande espaço de expansão do setor num país sub-segurado como o nosso”.

Esta foi a conclusão do economista do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros, Lauro Faria, ao final de sua apresentação no “Café com Seguro – Cenário Econômico e o Mercado de Seguros”.

Organizado pela Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) com apoio da Escola, o evento aconteceu no dia 31 de agosto, no auditório da CNseg, no Centro do Rio de Janeiro (RJ). Na solenidade de abertura, o presidente da Academia, João Marcelo Máximo dos Santos, defendeu a maior participação do segmento na economia brasileira. “Precisamos explicar como funciona a dinâmica do Seguro e divulgar a importância da nossa indústria para a população”, afirmou.

Outra personalidade que participou da abertura foi o presidente da CNseg, Marcio Coriolano. Ele ressaltou os diferenciais e a importância do mercado de seguros para o Brasil. “Geramos ampla oferta de empregos, produzimos mais de R$ 1 trilhão em garantias e desoneramos o Governo Federal de diversos riscos. O setor se mostra resiliente à crise enfrentada pelo País e a população está em busca de proteção. Cabe a nós mostrar ao Governo o quão importante somos para a nossa economia e esperar que ele promova políticas públicas que impulsionem o setor”, declarou.

Lauro Faria apresentou o primeiro painel do evento, “Cenário Econômico, Político e Tendências. Principais Previsões”. Ao longo da explanação, o economista comparou o PIB do Brasil ao dos EUA, e constatou que a renda per capita brasileira está estagnada em relação à dos Estados Unidos desde a década de 80. “Chama-se esse fato de ‘armadilha de renda média’, que ocorre quando um país mantém o estágio de renda média, ou seja, renda per capita entre 20% a 55% da renda per capita dos EUA durante mais de 47 anos. Há crescimento, mas insuficiente para que o país atinja um padrão de riqueza semelhante ao do mundo desenvolvido”, explicou.

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